Hoje é dia de São Cura de Ars, São João Maria Vianney.
É um dia em que todos nós recordamos os curas. O Papa é cura, porque ele tem o cuidado de toda a Igreja. O bispo é cura, porque cuida da diocese que lhe foi destinada. O padre é cura, porque cuida, tem cuidado, tem amor e carinho de pastor para com aquela porção da diocese que se chama paróquia. O pároco, mas também o vigário, o vigário é cura, todos nós somos curas.
Por isso eu quero deixar hoje o meu abraço a todos os padres da Diocese de Uberlândia. Que Deus os abençoe e que eles sintam realmente a importância que é poder perdoar, poder celebrar a Eucaristia. Assim como nossas mãos feridas tocaram um dia o cálice, feridas pelos nossos pecados, pelas nossas limitações, tocam no cálice e fazem com que, no cálice, o vinho se transforme no sangue do nosso Redentor, também tantas e tantas almas se deixam tocar pelas nossas mãos feridas. Que nós tenhamos, portanto, um cuidado muito grande com cada pessoa que se aproxima de nós para nos pedir o perdão e para receber de nossas mãos, mãos ainda marcadas pelas limitações de nossa humanidade, mas que têm esse poder de dar ao fiel o corpo de Cristo, de dar ao fiel o sangue do Redentor, como também têm o poder, né, um poder tão significativo de fazer com que aquela pessoa se torne posse do Senhor no dia do batismo, como também unir tantos casais em Cristo.
A todos os padres eu quero deixar, portanto, o meu especial abraço neste Dia do Cura.
Viva o Cura de Ars! Viva todos os curas da nossa Diocese de Uberlândia!